Anexo do blog No Good Golfers
No Good Golfers
Apêndice informativo do blog No Good Golfers. Post-verbetes para explicar aos leitores do referido blog aquilo que eles desconhecem sobre a vida.  

Livro Sagrado Docionário


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22.9.02 :::
 
Aqui estava o post Gatinhas Psicodélicas 2/2, mas o verbete em questão foi atualizado e unificado em Gatinhas Psicodélicas.

::: Verbete definido pelos Divinos Mestres Tradutores em 22.9.02


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Gatinhas Psicodélicas

1. Termo de vital importância, e por isso mesmo recorrente no No Good Golfers, a idéia de gatinha psicodélica não pode ser explicada, definida, emanada ou exalada adequadamente por um verbete de docionário. É um termo composto por duas palavras, o que dificulta ainda mais a sua definição. Dividamos então: gatinha é um conceito já em princípio incomensurável, individual, inexplicável, incompreensível; psicodélica é também um conceito complicado, que envolve a episcopatia da melhor estirpe, a lisergia simples e pura, entre outras coisas do gênero. Quando unidos os dois conceitos, temos em "gatinha psicodélica" algumas possibilidades básicas de definição, como certas questões referentes à aplicação do termo, que não deve basear-se pura e simplesmente em consensos estéticos populares e só pode ser aplicado em casos de numinosidade extrema da pessoa em questão. Uma gatinha psicodélica é um ser que brilha e, além disso, transborda sua numinosidade, fazendo com que tudo ao ser redor passe também a brilhar. A gatinha psicodélica está em sintonia total com a idiossincrasia de quem a define como tal, sendo que sua representação na memória já é suficiente para rememorar e transbordar a numinosidade e brilho que lhes são inerentes. Um ser praticamente ideal, cuja manifestação na realidade é bastante difícil e sempre, de certa forma, enviesada (será?).
2. Aparentemente (pelo menos), certa moradora (ou ex-moradora) da rua Vergueiro. [Incensenseiciador]
3. Em uma equivalência freudiana, se trataria da mais perfeita substituta de nossas mães, ou melhor, da mãe ideal que amamos, unindo em uma só pessoa a mãe santa e virgem a mãe "prostituta" e carnal que os neuróticos constumam dissociar. O mesmo vale lacanianamente, só que um pouco mais complicado de se explicar.
4. Junguianamente, seria a mais bela e positiva manifestação da anima, colaborando com o processo de individuação.
5. Winnicottianamente, seria a pessoa com quem teríamos a maior afinidade no ato de brincar.
6. No pensamento reichiano, aproximaria-se da escolha objetal do caráter genital (por isso o No Good Golfers é pela genitalização do caráter, mais explicações em verbete próprio). Dividiria-se na escolha genital de objeto monogâmica, no caso de uma só gatinha psicodélica, ou poligâmica, quando fosse o caso de diversas gatinhas psicodélicas em sintonia.
7. Do ponto de vista kleiniano, seria, simbolicamente, um grande, perfeito e redondo seio bom que forneceria alimento e prazer por toda a vida, sendo o alimento facilmente substituído pela fantasia do alimento, já que não é o alimento que importa.
8. Na teoria crítica frankfurtiana (de Adorno e Horkheimer), seria a relação não mediada pela idéia do sacrifício, da posteriorização do prazer e da propriedade entre seres humanos.
9. Ainda na teoria crítica frankfurtiana, mas de base Marcusiana, Gatinha Psicodélica seria, no extremo, um felino fêmea que ou ingeriu enteógenos ou tem uma coloração fractal e com cores brilhantes e psicodélicas e que, mesmo assim, proporcionaria prazer sexual ao mais "normal" dos mortais, sem que isto significasse sexo genital com a gatinha...
10. As lendas não só dizem que saíremos vivos, como também afirmam que as Gatinhas Psicodélicas possuem existência material. Assim como o Satori budista, a Iluminação. É um estado real, atingido por várias pessoas, mas enquanto você mesmo não o atingiu, você tem que ter fé na palavra dos mestres que conseguiram e acreditar na existência dele. A toda hora, ouvem-se relatos obscuros e confusos sobre supostas aparições e encontros com elas (as gatinhas). Esses relatos muitas vezes são contraditórios, misteriosos, metafóricos, ditos em linguagem hermética, cheia de simbolismo, envoltos em densa neblina. Histórias sobre olhos verdes que brilharam mais do que o sol. Mitos de garotas que surgiram a mais de mil metros de altura e entraram em seu coração. Contos confusos sobre sessões do Santo Daime e uma inefável guia dos estados alterados de consciência e uma noite mal-dormida ao lado dela. Lendas de elfas que surgiram do nada, cobriram-me de amor, e me abandonaram, feliz e confuso, voltando pros negros ribeirões de onde vieram. Ninguém pode ter certeza se tais relatos realmente se referem a gatinhas psicodélicas legítimas, mas como já se disse, essa definição é bastante subjetiva e depende de seu julgamento no momento em que ela está presente. Ninguém sabe da onde elas vêm, como, por que, é impossível prever suas aparições. Eu prefiro acreditar que as gatinhas psicodélicas pertencem ao futuro! [Sato]
11. Pringles.
pringles O termo, porém, perdeu um pouco de sua força prática para se tornar um arquétipo, algo utópico, algo ufanista, algo real, de um certo tipo de manifestação feminina, para não dizer anímica. A realidade, porém, vai sempre além e o termo "gatinha psicodélica" não serve, no final, para explicar (todos os tipos, e nem mesmo a essência de) o amor, ou seja lá o que for. [atualizado livremente por Incensenseiciador em 24/12/03]


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No Good Golfers:

1. Originalmente, oficialmente, materialmente, concretamente e etceteramente No Good Golfers é o nome de uma máquina de Pinball encontrada no DJ Club, uma balada aqui nos jardins. Uma vez episcopatado o termo, seu significado ampliou-se profundamente, tornando-se uma aparição corrente em frases episcopatas influenciadas (no começo, depois expandindo-se) principalmente pelo álcool e pelo THC. Quem primeiro notou a existência e importância da máquina foi o Incensenseiciador, sendo que ela está amplamente associada ao fim do período "Incensenseiciador em crise pré-blog", marcada pelo fim das manifestações de seu caráter doentio aparente. Hoje o termo No Good Golfers tem sua importância maior como nome de blog, sendo, porém, impossível dissociá-lo de toda a sua história (obviamente...).
2. O Pinball com nome de No Good Golfers é igual a qualquer outro fliperama do gênero, onde não se pode deixar a bolinha cair e deve-se acertá-la nos lugares certos pra ganhar mais pontos. A temática da máquina, que é o que difere um fliperama do outro, consiste em sugerir que alguns péssimos jogadores de golfe tentam jogar em um campo onde moram castores, que os impedem da boa prática do esporte. Não se sabe ao certo, porém, se os jogadores são definidos como maus jogadores de golfe justamente pelo fato de serem atrapalhados pelos castores ou se os castores ainda pioram o jogo, sacanas que são. Mais detalhes sobre a máquina nas imagens do blog ou no DJ Club, enquanto ele não fecha de vez. Outras máquinas são desconhecidas até o momento. Se for procurado no Google, encontram-se sites nacionais e estrangeiros que comercializam a máquina, o preço mínimo encontrado no mercado nacional foi de aproximados dois mil reais.
3. Pringles.


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20.9.02 :::
 
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::: Verbete definido pelos Divinos Mestres Tradutores em 20.9.02


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15.9.02 :::
 
República Livre e Sem Defeitos de São Thomé das Letras:

1. Cidade do sul de Minas Gerais, anteriormente conhecida como São Thomé das Letras, apenas. Cidade turística, famosa pelo misticismo e esoterismo, pelos hippies que lá ainda sobrevivem, pelas cachoeiras, pelas grutas, pelas belezas naturais, pelas casas de pedrinhas, e pelo fato de se encontrar no chão tantas pontinhas de baseado quanto bitucas de cigarro. Todas essas qualidades, algumas mais do que as outras, serviram de atrativos para que um grupo de intrépido aventureiros e exploradores cósmicos (entre eles seus golfetas prediletos, incensenseiciador, sato e busílis) fossem pra lá numa viagem que mudaria a história deles e do blog no good golfers para sempre. Nessa viagem, misteriosos sacramentos foram ingeridos, como o tolueno, o THC, o MDMA, o videogame, o amendoim, e, claro, no clímax, nosso velho amigo LSD-25 (e suas respectivas anfetaminas) proprocionando momentos de êxtase, viagens siderais, lisérgico-psicodélicas, visões místicas, iluminações espirituais, trocadilhos infindáveis, epifanias inefáveis, big brother, episcopatia e pringles outras coisas. Com efeito, nessa viagem, em julho passado, quase tudo que determina esses blogs, sua filosofia, seu vocabulário, foram criados em momentos de criatividade intensa. Mas gatinhas psicodélicas que é bom, nada....
2. Aparentemente, o melhor lugar do mundo pra se tomar ácido.
3. Terra da metafísica Ladeira do Amendoim, da Gruta-quarteirão, das nuvens atropeladoras, da constelação de Bowser, entre outras particularidades.
4. Terra prometida na religião episcopática-cardálica-panteísta-pagã. (mais informações sobre isto no verbete Sítio do Loco)
5. Pringles.


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Sato:

1. Provém da palavra insensato. Veja bem, "in" quer dizer sem e "sen", também. sem + sem = com, logo, sato. Sensato é sem sato, portanto, insensato é com sato, ou seja, sato. Não é tão difícil assim, é como em incenso, que pela mesma lógica, quer dizer so. Incenso quer dizer sem censo, e censo, obviamente (e isso é concenso), quer dizer sem so então, novamente, sem + sem = com, então incenso = com so, então so (esse é um exemplo muito útil). Estranho, mas verdadeiro. Importante levar em conta o estado mental dulcificado que nós apresentávamos no momento de tão portentosas descobertas. Isso, ocorreu, adivinhem? na República Livre e Sem Defeitos de São Thomé das Letras, numa conversa entre o Incensenseiciador, Sato (que não era Sato ainda) e o Loco, talvez o Beto estivesse também (o que constituiria a mandala completa). O que há de certeza é que havia Dietilamida do ácido lisérgico em ação, bem como anfetaminas, e estava muito frio, e todos riam muito. O tipo de raciocínio apresentado acima é típico da episcopatia em suas aplicações práticas.
2. Pringles.


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14.9.02 :::
 
Incensenseiciador:

1. Profissão, trabalho, emprego ou atividade humana (como seria classificado numa sociedade realmente livre) do meio artístico, que consiste no manuseio lisérgico-psicodelicamente orientado de incensos acesos para entretenimento. Pode ser acompanhando e, por sua vez acompanhar, músicas, principalmente aquelas compatíveis com o momento lisérgico-psicodélico, os resultados são ainda melhores em ambientes não iluminados. Uma preparação especial é recomendada (para não dizer essencial e indispensável), para o bom exercício da atividade e para sua fruição também, consistindo no uso de Dietilamida do Ácido Lisérgico por parte tanto do incensenseiciador quanto por parte de seus expectadores. A oficialização da atividade com esse nome se deu, logicamente, em São Thomé das Letras, embora a prática provavelmente tenha se iniciado nos anos 60, se não antes. A origem do nome "incensenseiciador" é também controversa, já que pela lógica seria "incensiador". A lógica formal, porém, é totalmente abandonada no ambiente onde as práticas do incensenseiciador são efetuadas, sendo que mesmo a origem da palavra "incensenseiciador" foi arbitrária (como se pode ver no primeiro ou segundo post enviado no No Good Golfers), já que antes disso não havia propriamente um nome, mas algo que variava enormemente e aleatóriamente, com a adição de sílabas quaisquer no meio da palavra, como por exemplo "incensenseisatopringlesquatroecinquentaciador", entre outras. Citações da atividade de incensenseiciador são também encontradas no Livrinho Vermelho (já citado no No Good Golfers), já nesta época relacionadas com o Incensenseiciador (notem a maiúscula inicial).
2. Pringles


::: Verbete definido pelos Divinos Mestres Tradutores em 14.9.02


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Vergueiro:

1. A Rua Vergueiro é uma rua muito grande, começa perto da divisa com São Caetano do Sul e termina na Liberdade, depois da Paulista. Durante o caminho dá umas voltas bizarras, é pequena, depois fica grande... e por ai vai, mas isso não importa, qualquer um pode saber disso. O que realmente importa é que a Vergueiro parece ter alguma relação interessante com a psicodelia, aliás, algo que poderia ser chamado de uma relação com a psicodelia da melhor estirpe (como a da episcopatia da melhor estirpe). É na Vergueiro que se encontra o Centro Cultural São Paulo, palco para interessantíssimos shows de rock progressivo-psicodélico brasileiro, e é lá também que sempre surge nos shows o tiozinho episcopata da pior estirpe (como citado no verbete sobre episcopatia). Isso, porém, ainda não é o mais importante. A grande importância da Rua Vergueiro é na verdade, e relaciona-se diretamente com o Incensenseiciador, certa moradora (ou ex-moradora, não se pode saber, mas também não importa) de tal rua. Tal pessoa é (ou foi...), segundo relatos do próprio Incensenseiciador, uma boa experiência de contato com o que seria uma gatinha psicodélica. O contato com tal tipo de pessoa ilumina tudo o que está diretamente relacionado a ela, dando-lhe importância substâncial, daí a importância da Rua Vergueiro para a psicodelia. É importante também ressaltar que o verbete, embora se baseie em uma história individual, tem relevância a ponto de se tornar um verbete de Docionário justamente pelo seu caráter essencial, o encontro das gatinhas psicodélicas. Serve de referência para como seria o funcionamento de um encontro com tão importante, necessária e suficiente entidade, base da felicidade plena (é bom lembrar que tais relações são mais ou menos doentias - doentias no bom sentido, claro - em função das diferenças entre a personalidade das pessoas).
2. Pringles


::: Verbete definido pelos Divinos Mestres Tradutores em 14.9.02


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13.9.02 :::
 
Episcopatia:

1. Modo de vida, visão de mundo e/ou maneira de pensar lógico-irracional cuja função final não é se fazer entender pela linguagem verbal formal e sim pela compreensão de maneira ampla, total e transcendental. Os episcopatas (portadores da episcopatia) se dividem em duas categorias, episcopatas da melhor e da pior estirpe. Os episcopatas da pior estirpe são pessoas que passaram por intensas experiência lisérgicas, porém, não as elaboraram e compreenderam de maneira total e psicodélica, como por exemplo o tiozinho que frequenta shows de rock progressivo-psicodélico do Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro (veja o verbete Vergueiro), que mimetiza os músicos tocando seus instrumentos de maneira espalhafatosa (aparentemente tem preferência por guitarras e solos de piano no ar) e também faz comentários entre as músicas, tudo isso em pé, ao lado da platéia. Todos os episcopatas da pior estirpe tendem a se tornar esse tiozinho em algum momento. Outra característica intrigante (mais sobre intrigante em verbete futuro) deles é sua incapacidade completa de comunicação, mesmo com outros episcopatas da pior estirpe. Os episcopatas da melhor estirpe são pessoas como nós, por exemplo, que passaram por intensas experiências lisérgicas e conseguiram elaborá-las e compreendê-las de maneira psicodélica, learyana, shamânica e busilítica (mais sobre estes termos em verbetes futuros). Os episcopatas da melhor estirpe tendem, naturalmente, a terminar seus dias concentrados no Centro Acadêmico da Psico com as unhas, barbas e cabelos compridos, balbuciando termos totalmente incompreensíveis para qualquer um que não tenha lido (ou feito) esse docionário e vivido as respectivas experiências lisérgico-psicodélicas. A origem do termo se deu, como sempre, na República Livre e Sem Defeitos de São Thomé das Letras, durante um passeio na gruta-quarteirão (mais sobre a gruta-quarteirão em verbete futuro) feito pelo Incensenseiciador, o Sato e o já citado Loco. O termo, teoricamente, foi criado pelo Incensenseiciador, mas naquelas condições, quem pode ter certeza? E o que é a certeza para episcopatas? Aparentemente, o termo surgiu de uma sequência lisérgico-estético-pringles-etimológico-psicodélica não reproduzível que partiu de uma discussão sobre o adjetivo de bispo. Estranho, porém, verdade. Mas o que é verdade para um episcopata? E mais, haverá algo realmente estranho? É realmente brasileiro o pênis mais antigo do mundo? (exemplo gratuito de episcopatia legítima e da melhor estirpe).
2. Pringles

Nota: Não pense, porém, que episcopatia é passível de compreensão só pela leitura deste verbete, as experiências intensas e lisérgico-psicodélicas são indispensáveis.


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12.9.02 :::
 
Pringles:

1. Unidade não universal e não indivisível medida pela parte que sobra do lustre do quarto mais inferior dos chalés da pousada Alfa Centauris, da república Livre e Sem Defeitos de São Thomé das Letras, Minas Gerais, Brasil, quando dividido por um plano com ângulo de trinta graus, dividida por três. Sua origem (assim como a descoberta da fórmula, óbvio) surgiu de uma mistura de conversas motivadas pela Dietilamida do Ácido Lisérgico (mais as tristes anfetaminas que eles colocam nos doces), a presença material dos descobridores na cidade de São Thomé das Letras, a presença do lustre (talvez a presença do busílis também tenha sido importante) e a falta de um conceito que significasse exatamente o que pringles significa. Uma das lendas quanto a sua origem refere-se a uma histórica conversa entre Sato e um ente misterioso que costuma nos acompanhar em diversas expedições psicodélicas, conhecido como o "Loco". Com efeito, afirma-se que foi o Loco que cunhou a palavra, mas quem pode ter certeza de alguma coisa que aconteceu naquele lugar? Existem boatos que ligam a criação do termo pringles com a necessidade objetiva de se tapar uma clarabóia (mais sobre ela em um futuro verbete). Também existem comparações entre pringles e o termo "marklar" do seriado norte-americano South Park, mas os significados são um pouco diferentes. Pringles pode ser usado como medida de distância, quantidade, calor, psicodelia, assim como qualquer outra medida, assim como a própria quantidade da medida (casos como eu tenho uns pringles pringles, por exemplo). Serve para perguntas, quando a resposta é pringles (logicamente), o que, por sua vez, amplia e difunde seu uso, como em perguntas do tipo "o que é...", "o que você acha..." entre muitas outras (ou melhor, entre pringles outras). Um site que se utiliza bastante da palavra pringles é o site americano pringles, sobre a famosa batata, que, por sua vez, não tem nenhuma relação direta com lustres mineiros, a não ser o nome, o fato de existir e coisas do tipo. Em fórmulas matemáticas pode-se usar o símbolo de pringles, que é prngls, embora haja controvérsias a respeito.
2. Pringles.


::: Verbete definido pelos Divinos Mestres Tradutores em 12.9.02


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9.9.02 :::
 
Instruções Gerais

Você pode estar se perguntando (assim como pode não estar...) como funcionará este Docionário, como encontrar o que procura ou ainda, se existe algo que você esteja procurando aqui. Bom, não vou realmente responder nada disso, mas é o seguinte: postaremos aleatoriamente, sempre que der vontade, algum verbete novo. Provavelmente ele se relacionará com algum post do No Good Golfers e o próprio post onde este verbete aparecerá indicará que sua explicação vai estar aqui. A idéia é que sempre que um verbete novo for postado, uma notificação será feita no No Good Golfers, mas isso é só uma idéia também, né. Comentários de qualquer tipo sobre os verbetes (ou não) são bem vindos. Que comecem os verbetes.



::: Verbete definido pelos Divinos Mestres Tradutores em 9.9.02


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Apresentação

Olá caros leitores (suponho que do blog No Good Golfers), este blog, o Livro Sagrado Docionário será composto de post-verbetes que explicarão os conceitos mais complicados do blog ao qual ele faz parte, o já citado No Good Golfers. Os verbetes se apresentarão sem ordem alguma, sem compromissos acadêmicos ou lógico-formais, mas creio que a compreensão será geral. O objetivo final, como sempre, é o esclarecimento e iluminação, assim como a facilitação do encontro e uma melhor comunicação com as gatinhas psicodélicas. Bem vindos.


::: Verbete definido pelos Divinos Mestres Tradutores em 9.9.02


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